
Um programa em OPUS deve ser constituído de pelo menos um módulo principal (PROGRAM) ou ser dividido
em módulos. Os módulos podem ser sub-rotinas (PROCEDUREs) e/ou funções definidas
pelo usuário (FUNCTIONs). Os programas-fontes em OPUS podem ser escritos de três maneiras:
Desta forma para cada fonte é gerado
um arquivo-objeto e este é identificado pelo programa-fonte que o gerou.
Esta é uma maneira de declarar em um único arquivo-fonte vários módulos que
serão compilados, gerando um único arquivo-objeto.
Esta é uma forma de armazenar todos os programas-fontes (biblioteca de fontes) de um sistema em
um único arquivo, bastando, para isso, que cada módulo dentro da biblioteca seja precedido do
caractere % (percentual), mais o nome do módulo na primeira coluna da linha.
Notas:
- Todo arquivo que contenha programas-fontes em OPUS deve terminar com a extensão .f.
- Deve-se desenvolver uma sistemática para codificação de nomes de programas de forma a
se obter uma padronização.
- Uma linha de programa só pode possuir um único comando, ou seja, cada comando em uma linha.
- Para continuar um comando na linha seguinte coloca-se um ponto e vírgula (;) no final da linha.
- Linhas em branco são ignoradas.
- Os comentários podem ser especificados assim:
- Uma linha que tenha um asterisco (*) na primeira posição tem efeito de comentário
- Um bloco de comentários (podendo ocupar várias linhas) inicia com um /* e termina com */,
sempre codificados na primeira posição de uma linha de código fonte
- Comentários especificados na mesma linha do código fonte iniciam por &&
- Os programas-fontes podem ser escritos com letras maiúsculas ou minúsculas.
- Ver comandos FUNC[TION], PROC[EDURE] e PROG[RAM].
